O quarto de Leo parecia pequeno demais para tanta tensão. O menino, ainda pálido após a crise, respirava lentamente diante do aparelho medidor de Helena, mas estava estabilizado, ainda que frágil demais. O silêncio era cortado apenas pelo som baixo dos equipamentos que monitoravam seus batimentos.
Decidiram sair dali, porque Leo não precisava ou merecia ver o que ainda estava por vir.
O corredor da mansão ainda estava impregnado pelo peso do que acontecera. O coração de Olívia latejava no peito