O carro deslizou pela noite em direção ao hospital, mas dentro dele, o silêncio era tão pesado que parecia gritar.
Olívia estava com as mãos grudadas nas de Léo, o coração batendo em um ritmo frenético. O menino respirava fundo, já mais estável, mas ainda pálido demais. Ian, no volante, dirigia rápido, os olhos fixos na estrada, firme, decidido, como se cada curva fosse uma batalha a vencer.
Quando o carro finalmente parou na entrada iluminada do hospital, o que Olívia não esperava era a cena