O ar no bar do hotel pesava como um véu úmido, cada molécula carregada da tensão não resolvida entre os irmãos. O som do gelo batendo contra o vidro do copo de Ian marcava um ritmo funéreo, a única trilha sonora entre o silêncio opressivo e o caos emocional que ameaçava explodir.
Alexander deslizou para o banco ao lado com a graça felina de um predador que sabe ter sua presa encurralada, sinalizando para o garçom com um gesto despreocupado.
— Um uísque. Do mesmo que ele está bebendo — disse Al