O sol da manhã dançava através das janelas da casa de Carla, projetando padrões dourados que se moviam lentamente pelo chão de madeira. A luz parecia zombar de seu estado interior; enquanto o mundo exterior brilhava com promessas de um novo dia, ela permanecia presa nos vestígios emocionais da noite anterior.
Ainda vestindo a mesma camiseta larga e com o cabelo preso em um coque desleixado, Carla se movia pela casa como um fantasma em seu próprio espaço.
Quando a campainha tocou, seu primeiro