O veludo frio ainda queimava nas mãos de Olívia, como se o tecido guardasse um segredo que não queria ser revelado. Ela não ousava abrir a caixa, mas a pressão invisível daquele objeto parecia esmagar seus ossos, apertando seu peito com uma força silenciosa e implacável. Cada segundo que passava, o peso do mistério aumentava, tornando o ar ao redor quase irrespirável.
Respirou fundo, engolindo em seco, e finalmente ergueu os olhos para Ian, que a observava com uma intensidade quase dolorosa.
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