O silêncio da mansão pesava mais do que o próprio ar. Ian fechou os olhos por um instante diante da porta do quarto de Olívia, mas não conseguiu se mover. Suas próprias palavras ainda ecoavam na mente, como uma confissão que nunca planejou fazer.
“E eu não quero que você fuja.”
Ele odiava sentir-se assim. Vulnerável. Exposto. E pior: na frente dela.
Com passos firmes, ainda que arrastados pelo cansaço, ele percorreu os corredores até chegar ao escritório. Serviu-se de um whisky, mas deixou o co