Saulo Prado
Saí da casa da Angelina com o sangue fervendo. Possesso. Com vontade de quebrar tudo. A porta do carro quase saltou do batente quando a bati com força. O motor gritou quando arranquei da porta dela sem pensar, sem respirar, sem processar nada, só com aquela sensação maldita queimando meu peito.
— Filha da puta! — gritei, socando o volante. — Assim é fácil, porra, goza e me expulsa!
Minha mente estava um caos. Eu ainda sentia o gosto do g0z0 dela na minha boca.
A textura da sua cox