Saulo Prado
Ela sorriu sem graça. - É um pijama. - Disse, enquanto ergui um pijama azul, para velhos, completamente sem graça. Soubesse nem tinha me curvado para pega-lo, uma caixa enorme para isto?
- Nossa, esperava mais, confesso! - Disse vendo o velho Otávio olhando em volta, ele estava com medo, e talvez, nem todos ali o conhecesse de fato, ele temia ser desmascarado diante da própria família? Me perguntei olhando em volta, e talvez ali pouco de fato conhecesse a sua verdadeira face.
- Saulo o que você está fazendo? - Ela sussurrou sem graça, e eu ri, beberiquei do meu gin, preferindo o cheiro da bebida ao seu perfume.
- Esperando a ordem para mim casar com você, ue. Não era o que você tanto queria? - Seus olhos oscilaram, notei o leve tremor em suas pupilas.
- Assim de repente? O que você quer? - Sorri, todos se dispersavam, falavam pelos cantos, voltavam a falar e ri, comer.
- Tive a promessa de um escritório, não me desaponte. - Falei entre dentes, colocando a mão em suas c