Angelina Garcia
O celular vibrou às três da manhã.
Eu já estava na cama, de camisola, os filhos dormindo, a casa em silêncio… mas o andar de cima estava em brasa. A cama rangia. Samara gemia, dizendo coisas peculiares demais. E eu, deitada aqui, me sentia uma espectadora, sabendo perfeitamente como ela e Raul funcionavam. Era um sexo sujo, pesado, intenso. Já tinha visto surgir nele esse tipo de homem. E eu… me negava.
Na minha frente, só o ventilador rodando, lento.
A mensagem de Saulo aparec