Saulo Prado
Era só uma semana. Uma porra de uma semana… e eu já não sabia mais os meus limites.
As mulheres que eu queria, eu tinha. A cara, o nome, a inteligência, o sobrenome, tudo isso sempre me deu acesso fácil. E eu usava. Sempre usei.
Mas com ela, não.
Por mais que eu provocasse, tocasse, falasse... ela recuava. Se afastava. Essa merda de rejeição já estava me deixando louco.
Angelina tinha algo que me puxava pra ela — da vontade de proteger, ao desejo quase doentio de tê-la na cama de no