Angelina Da Costa
O resto da tarde foi um tormento. Saí da copa para um escritório vazio. O Saulo tinha saído, e o meu celular estava sobre a mesa dele. Peguei-o de volta e soltei uma risada ao ver a mensagem que havia escrito para mim: "Eu te amo, minha ruiva maluca!"
Eu tinha deixado o celular dele na gaveta da minha mesa; ia apenas devolvê-lo. "Ama mesmo? Hum... será que você não aceitou a companhia de alguém na minha saída?" ainda digitava quando o celular dele tocou nas minhas mãos. O nome