Saulo Prado
Angelina apagou no meu colo. Sua temperatura não estava normal, o corpo estava quente. Eu ainda assistia ao filme que coloquei na TV, tentando relaxar, quando tentei acordá-la, mas o cansaço em seu corpo falava por si. Pedi um termômetro, era a vantagem de estar perto do centro. Eu me afastava devagar para recebê-lo quando chegasse, mas mal saí da sala e a porta foi aberta. Ana Júlia me olhou um pouco atônita ao me ver ali. Era tarde, pouco depois das vinte e três horas da noite.
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