Angelina Garcia
Ele só poderia estar louco… ou talvez fosse eu, quando por pura vaidade decidi levá-lo até o meu quarto.
Nos vimos nos atracando ali, entre beijos quentes e mãos que se aventuravam. Senti o doutor Saulo guiar minha mão até o volume rígido em sua bermuda, enquanto sua boca explorava o meu pescoço. Tentei parar, assustada com o rumo que aquilo tomava.
Mas o toque dele queimava minha pele. O roçar da barba, as mordidas suaves no queixo, o jeito como sua mão me fez sentir cada nervo