Saulo Prado
— B0ceta difícil do caralho!! — Entrei no elevador resmungando comigo mesmo. Deveria almoçar, mas estava sem fome. Vi a porta se fechando enquanto Angelina olhava mais uma vez, para aquela maldita lixeira com a rosa dentro. Eu quis sapatear em cima daquela maldita rosa, esmagá-la com os meus sapatos.
Mas ao invés de procurar um restaurante, fui parar numa floricultura.
— Me dê um buquê de rosas brancas. Bem caprichado. — A florista me olhou sorrindo, e eu retribuí com minha cara de