Saulo Prado
O cliente no corredor exclamou algo exasperado. Ouvi os saltos de Allana correndo em nossa direção, seu gasp abafado. Mas tudo era ruído de fundo. O universo tinha se reduzido à mulher pálida e inerte em meus braços.
- Meu Deus. Angel? Por favor, Angelina, abre os olhos - supliquei, sacudindo-a levemente, minha voz uma mistura de terror e desespero.
Allana, a novata, parecia a única capaz de ação em meio ao caos.
- Eu ligo para a emergência! - ouvi-a dizer, sua voz trêmula sumindo