Depois de tantos meses enfrentando tudo sozinha, revê-lo naquele banco foi como mergulhar numa memória boa e dolorosa ao mesmo tempo.
Ele estava diferente.
Menos arrogante, menos blindado.
Mas isso não apagava o que eu vivi na ausência dele.
Durante a noite, fiquei deitada na cama com as mãos sobre a barriga, sentindo os pequenos movimentos do bebê.
Aquela era a nossa rotina.
Eu falava com ele. Ele respondia com chutes ou mexidas suaves, como se já entendesse cada palavra.
Mas naquela noit