Algo mudou quando toquei a barriga de Anna e senti meu filho se mover sob minha mão.
Foi como se a realidade me acertasse de frente, crua e definitiva.
Não era mais sobre mim.
Nem sobre o império que minha família construiu.
Era sobre eles.
Anna e o bebê.
E eu não estava mais disposto a ficar à margem da própria história.
Não tentei voltar para a vida de Anna à força.
Em vez disso, fui reaprendendo a conviver com ela, a entender seu novo ritmo, suas novas prioridades.
Às vezes, eu levava