A volta do fim de semana parecia um portal.
De um lado, o paraíso com Gabriel: dias sem pressa, amor sem culpa, toques sem interrupções.
Do outro, a realidade: e-mails acumulados, fraldas, mamadas e reuniões.
Mas por alguma razão, eu não me sentia sufocada.
Não dessa vez.
Eu me sentia capaz.
Talvez pela primeira vez desde que Theo nasceu.
Dois dias depois da volta, recebi um e-mail inesperado de Cláudio, com cópia para o RH da empresa.
Título: Proposta interna — confidencial.
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