Os dias têm passado como uma sequência de respiros curtos.
Acordo, vejo Theo sorrir, abraço Gabriel, corro para o notebook, retorno ao colo do meu filho, e depois, ao abraço do homem que me reconstruiu.
E, mesmo no meio do caos, há paz.
Uma paz que vem de saber que estou onde deveria estar.
Mas nos últimos dias, um sentimento novo tem me visitado…
Vontade de celebrar.
De marcar no tempo essa nova fase.
De dizer ao mundo — ou talvez só a nós mesmos — que pertencemos um ao outro.
Recebi um envelo