A confissão de Calleb pairou na sala, densa e sufocante. A arquitetura da mentira de Helena estava exposta, e sob os escombros, restavam apenas os dois, cercados por uma década de ruínas. A raiva nos olhos de Maria era uma chama fria, mas por baixo dela, Calleb viu a rachadura fina de um coração que havia sido quebrado sem piedade.
A culpa o esmagou. Ele deu um passo vacilante em sua direção, a mão se erguendo como se fosse tocá-la, mas a deixou cair, inútil.
"Maria, eu..." as palavras morr