Narrado por Apolo
Deitei Violetta na cama como se ela fosse feita de porcelana.
Ela já estava dormindo, o rosto relaxado pela primeira vez em dias.
Beijei a testa dela, puxei o cobertor até os ombros e apaguei as luzes do quarto.
Mas eu não dormi.
Não podia.
Não depois daquela porra de rosa.
Não depois de ver o medo nos olhos dela.
Não depois de sentir o gosto da ameaça pairando sobre a minha casa, sobre minha mulher.
Saí do quarto em silêncio e fui direto até o escritório onde Zeus já me esper