Capítulo – Narrado por Apolo
A mansão ainda cheirava a sangue e fumaça.
As paredes podiam ter sido limpas, os corpos retirados, as câmeras reinstaladas, mas o ar… o ar ainda carregava o gosto da guerra. E ela, mesmo em silêncio, estava em pedaços.
Violetta caminhava pela casa como quem pisa em cacos de vidro. Os olhos baixos, os lábios trêmulos. E agora, com a porra daquela rosa sobre a cama — símbolo de ameaça, de morte anunciada —, ela parecia prestes a desmoronar.
Eu não ia permitir isso.
Nã