Narrado por Apolo Marino
O cheiro de gasolina no ar. O gosto do sangue seco na boca. O som abafado do capuz amarrado no rosto do traidor.
Era assim que começava.
A vingança de um Marino não vinha com aviso. Ela chegava com força, aço e silêncio. E hoje, eu era o executor.
Estávamos em um estacionamento abandonado no subúrbio. Uma das entradas secretas de um dos homens de Viktor. Chamava-se Pavel. Russo, ex-KGB, agora era um dos intermediários de dinheiro sujo para Viktor. Ele achava que estava