Narrado por Isabella
Voltamos para casa no fim da manhã. O sol ainda estava alto no céu quando Ares estacionou o carro na entrada da mansão. Eu ainda sentia o gosto do café da manhã que ele havia preparado. O colar com o pingente de lua pendia no meu pescoço, tocando minha pele como se queimasse uma promessa ali.
Ele desligou o motor, virou o rosto para mim e sorriu.
Ares: — Pronta pra voltar pra realidade, senhora quase-Marino?
Revirei os olhos com um sorriso tímido.
Isabella: — Só se