Narrado por Apolo
O hospital nunca foi um lugar onde eu me sentisse confortável. Cheiro de antisséptico, máquinas apitando, gente à beira da vida ou da morte. Mas ali, naquela manhã esquisita, eu tava em paz.
Violeta dormia com a cabeça encostada no meu ombro, os olhos cansados, mas com aquele traço de alívio no rosto. A mãe dela tava viva. Fora de perigo. E pela primeira vez em muito tempo… ela tava respirando sem peso.
Foi aí que eu vi