Mundo ficciónIniciar sesiónEra uma vez na Era Medieval, uma jovem princesa chamada Isabel que foge do castelo por temer ser vítima de um ritual de bruxaria. Um cavaleiro e seu escudeiro são convocados para encontrá-la, em reino onde existem aventuras cavaleirescas, sermões da Igreja, cantigas trovadorescas, alquimia e muitos outros mistérios sobre o universo sobrenatural, dos contos de fadas e do folclore. Ela deverá enfrentar um demônio: o da angústia. Inspirada em "Hamlet", pinturas como “A Ilha da Morte” de Arnold Böcklin e “A dama de Shallot” de John William Waterhouse. Embarque nesta viagem e feche os olhos para escutar o canto de uma ninfa...
Leer más[Meses depois...][O cavaleiro vai até o castelo falar com a rainha]:CAVALEIRO: Vossa Majestade, meses após o pedido de busca, é com grande tristeza que voltamos para informar à sua família que infelizmente não encontramos a princesa.RAINHA: Bem, ela nunca mais voltou para o castelo, agora nossas almas estão em prantos e confusas do que podemos fazer por ela.CAVALEIRO: Enfim, fomos à Floresta Vermelha, mas não encontramos nada. Nenhum vestígio. Procuramos também nos mosteiros, nos prostíbulos, nas igrejas, nas humildes casas do vilarejo, nas redondezas, mas até agora nada.RAINHA: Agradeço seus esforços.CENA XXXII: A LENDA[O cavaleiro, o escudeiro e o alquimista est&
[O cavaleiro e o escudeiro procuram pela princesa num prostíbulo]: CAVALEIRO: Boa tarde, cara dama, estamos aqui para lhe perguntar se por acaso não tem visto a jovem do poder. PROSTITUTA: A princesa? Por que pensariam que ela está aqui? Com tanta riqueza, ela poderia muito bem aproveitar sua suntuosidade ao invés de estar conosco, não acha? O que ela estaria fazendo fora do castelo? A princesa desaparecida Cometeu a loucura de sair do castelo E o que eu tenho a ver com a história desta bela dama cheia de riqueza e poder? Eu bem que às vezes gostaria de estar no lugar para não ter que arcar meu destino com estes homens tão... tão... asquerosos Bem, encantadores é que não vão ser! Nem tudo é um mundo de maravilhas pelas quais sonhamos... Às vezes penso os que meus sonhos foram destruídos... <
[O cavaleiro e o escudeiro estão reunidos na casa do alquimista]: ALQUIMISTA: Vocês sabem, há todos os tipos de mistérios na natureza. E como se ela tivesse vida própria, entra em nossos pensamentos, reergue-nos de nossas fraquezas e preenche-nos com sabedoria, por ser repleta de perfeição... Descobri que desde garoto apreciava as misturas que meu pai fazia com as ervas medicinais e hoje posso dizer que estou fazendo receitas maravilhosas! Uma pena que eu não tenha agradado a rainha até o momento, mas sigo com persistência meus objetivos... CAVALEIRO: Bem, em gostaria de experimentar seus chás de hibisco, talvez minha pele pareça mais jovem, como a de uma donzela mesmo em apuros! Há há! ESCUDEIRO: Só cuidado para não tomar demais e rejuvenescer sua idade mental! [risos]. CAVALEIRO: Ora, pelo menos não teria tantos medos quanto o senhor, meu caro escudeiro!<
[O cavaleiro e o escudeiro dialogam sobre a princesa]: CAVALEIRO: Então é a segunda vez que a princesa desaparece, feito o sol ao entardecer... ESCUDEIRO: Há muitos conflitos, guerras; os vassalos formaram uma rebelião contra seus senhores, pois são impedidos de comer o pão, sentem-se realmente injustiçados porque seu trabalho está sustentando os poderosos e malfeitores que os pagam com míseros soldos e não lhes dão proteção, como a ordem da cavalaria prometia... CAVALEIRO: Caro escudeiro, não sei o que será de nós nos próximos temerosos conflitos. A boca do povo quando se revolta é como a de um dragão que expele fogo pelas ventas! De dentro só sai o furor dos gritos, que no estardalhaço das chamas gera o estopim da guerra! ESCUDEIRO: Bem, creio eu que nosso trabalho foi leve, porque temos longas viagens pela frente e tomara que seja sem qualquer luta! CAVALEIR
Último capítulo