Voltei a passar pelo banco da praça sem pretensão de encontrá-lo.
Era um dia de céu aberto, daqueles que Paris inventa de vez em quando só pra lembrar que ainda sabe ser gentil. Eu levava o caderno de desenhos debaixo do braço, uma caneta na mão e a cabeça… cheia. Cheia de tinta, de ideias novas, de tudo que estava acontecendo.
As mensagens da exposição ainda pipocavam no celular. As curtidas, os elogios, até uma encomenda vinda da Bélgica. Sophia estava empolgada demais, já querendo me fazer u