Na manhã seguinte, fui despertada por uma luz quente invadindo o quarto e pelo som familiar de Sophia cantarolando algo em francês — provavelmente errado — enquanto mexia em potes na cozinha.
Estiquei os braços, sentindo o corpo ainda leve da noite anterior. O encontro com Lucca permanecia em mim como um perfume discreto: não invadia, mas voltava em ondas inesperadas.
Louis, o gato, se espreguiçava preguiçosamente aos pés da cama, como se dissesse:
“Hoje é um bom dia para começar de novo.”
E ta