Capítulo 15

No dia seguinte à exposição, Paris parecia mais silenciosa do que nunca. Ou talvez fosse eu que estivesse mergulhada demais no barulho por dentro — aquele tipo de barulho que não assusta, mas te chama pra dentro.

Acordei tarde. Sophia já tinha saído e deixado um bilhete colado na cafeteira:

“A arte continua mesmo depois da moldura. Te encontro no fim da tarde, no bistrot da esquina. PS: Louis comeu seu marcador de página.”

Sorri. Peguei a caneca de cerâmica azul — minha preferida — e me sentei
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