O rabecão do meu pai estacionado na frente da mansão era um aviso tão sinistro quanto as manchas de sangue na clareira. Meu coração saltou para a garganta, gelado. “Por favor, esteja vazio…” Rezei em silêncio, os olhos fixos na parte traseira fechada do veículo funerário enquanto Leo estacionava a moto. Ele parecia absorto, talvez ainda sentindo a adrenalina da pilotagem ou o eco da descoberta macabra, mas ao ver minha palidez, seu olhar avermelhado se fixou em mim, questionad