continuação
Depois que Marcos saiu, eu fui direto pro meu quarto e me tranquei. As mãos tremiam. O celular pesava como chumbo nas minhas mãos. Eu abri as ligações. Vi as chamadas dele ali, registradas. Vi o horário. Ele tentou me ligar. Duas vezes.
E eu não atendi.
Respirei fundo e disquei. O coração quase saindo pela boca. Uma, duas, três tentativas… e nada.
Chamada encerrada.
Tentei de novo. Mandei mensagem. “Otávio, por favor, me responde. Onde você está?”
Nada.
Desci correndo as esc