Aurora Mancini
O envelope estava em cima da minha mesa quando cheguei no escritório. Papel grosso, vermelho-escuro, sem remetente. Apenas meu nome escrito em caligrafia rebuscada: Aurora Mancini.
Chiara ergueu a sobrancelha quando mencionou:
— Veio por um motoboy. Nenhum bilhete além disso.
Passei os dedos pela aba.
— Você abriu?
— Claro que não. — Ela cruzou os braços — Mas posso sentir daqui que isso fede a problema.
Sorri sem humor.
— Tudo na minha vida fede a problema ultimamente.
Rompi o l