Aleksei Vasiliev
A chuva batia nos telhados dos armazéns como dedos impacientes. O cheiro de ferro velho e óleo velho subia do chão rachado. O homem do Círculo tentou correr quando percebeu que a sombra atrás dele era minha. Tentou, mas as pernas não obedeceram. Não quando a noite decide quem vence.
Arrastei-o para dentro do galpão abandonado e tranquei a porta com uma barra de metal. A luz vinha de uma lâmpada pendurada por um fio cansado. O vento gemia nas frestas. Nas paredes, ganchos e corr