Mundo de ficçãoIniciar sessãoLorena é uma jovem brilhante que, aos 17 anos, vê seus sonhos de futuro e faculdade abalados após ser sequestrada no corredor de sua escola a mando de seu próprio irmão, que a leva para um mundo desconhecido. Nesse novo mundo, Lorena descobre suas verdadeiras raízes como princesa Lenissya e a existência de poderes inimagináveis. Agora, além de enfrentar o conflito interno entre quem achava ser e quem realmente é, Lenissya precisa usar toda a sua força e gentileza para vencer os desafios da própria mente e embarcar numa jornada misteriosa em busca da paz. O que a princesa não imagina é que as sombras ocultas que permeiam seus sonhos são um grave aviso sobre o que terá de enfrentar. Sentindo que algo está errado, ela corre desesperadamente do destino de ódio que paira sobre ela, do qual fugira ao nascer e que, cedo ou tarde, a alcançará. No entanto, antes de ter tempo de assimilar essas revelações, Lenissya é novamente sequestrada, desta vez pelo rei inimigo, que tem planos sombrios para ela. Após sentir a morte de perto, ela está prestes a desistir de tudo quando se vê diante de uma difícil escolha: sobreviver em segurança ao lado de um lar caloroso ou continuar lutando para salvar seu povo. Será que a força de sua determinação superará seus medos e decepções? Entre várias decisões, um elo importante poderá ser a luz que brilhará ao final dessa aventura fantástica, culminando em uma inesquecível história de amor.
Ler maisEl agua fría cayó sobre las rosas blancas del jardín trasero. Isidora Almonte movía la regadera con cuidado, como si el ritual la protegiera de lo que venía después. Sus manos, delgadas y pálidas, sabían exactamente cuánto necesitaba cada planta.
—Las flores no van a salvarte —dijo Clara desde la puerta.
Isidora no levantó la vista.
—A ti tampoco te salvaron los zapatos de diez mil pesos.
Clara no respondió. Isidora oyó el golpe de sus tacones alejarse por el mármol, rápido, cortante, el sonido de alguien que no esperó lo que recibió. Dejó la regadera en el suelo.
—Rafael te quiere en su oficina —repitió Clara desde adentro, ya sin dignificar la conversación con su presencia—. Ahora.
* * *
La oficina olía a cuero caro y a decisiones mal tomadas. Rafael estaba detrás del escritorio que había pertenecido a su padre, y cuando levantó la vista al verla entrar, algo en su expresión no era la presión habitual. Era otra cosa. La calma del que ya ha jugado una mano.
—La empresa está al borde —dijo.
—No es mi empresa.
—Clara se casará con Matteo Franzani. La fiesta de compromiso es este sábado. Necesito que estés presente, sin escenas y sin ausencias.
—En dos semanas cumplo dieciocho. Me voy al convento.
Rafael cerró la carpeta que tenía abierta frente a él. Un gesto tranquilo. Eso fue lo que le heló el estómago a Isidora: no la rabia de siempre, sino la serenidad de quien ya no necesita persuadir.
—Sé lo del convento de Santa Teresa.
Silencio.
—Y también sé —dijo Rafael, levantándose, sin apresurarse— que Sor Mercedes lleva tres años esperándote. Sería una lástima que eso cambiara.
No dijo nada más. Se fue hacia la ventana, mirando el jardín, como si la conversación ya hubiera terminado en su cabeza.
Isidora salió sin esperar respuesta. Sus pasos en el corredor sonaron más controlados de lo que se sentía por dentro.
* * *
El salón de trabajo pequeño, el que Rafael usaba para las llamadas que no quería que nadie oyera. La puerta estaba entornada.
Isidora redujo el paso.
—...sí, esta tarde. —La voz de Rafael, baja—. Ya hablé con el obispado. El convento de Santa Teresa no aceptará solicitudes de la familia Almonte hasta nuevo aviso. Lo encaminé como una disputa de do—
Un clic. La puerta se cerró desde adentro.
Isidora se quedó inmóvil en el corredor con la mitad de una frase colgando en el aire.
Lo suficiente. Había escuchado lo suficiente.
El convento ya estaba bloqueado. No como amenaza: como hecho.
Sor Mercedes le había guardado ese lugar durante tres años. Desde que su madre, Alicia, había pasado sus últimas semanas allí, mirando por la misma ventana del patio donde Isidora soñaba sentarse algún día. El convento no era un plan. Era lo único que quedaba de ella.
Y Rafael acababa de hacerle una llamada telefónica.
Siguió caminando hacia su habitación.
* * *
El portafolio estaba detrás de las pocas prendas de su closet. Lo abrió sobre la cama y pasó las páginas despacio. Años de trabajo silencioso. Vestidos que nadie había visto nunca porque había tenido cuidado de que así fuera.
Había seis bocetos que valían más que los otros. Una línea de siluetas que había desarrollado en los últimos ocho meses, una arquitectura de tela que ningún diseñador de Casa Almonte había pensado todavía. Si Clara los viera, serían de Clara en veinticuatro horas.
Los retiró del portafolio uno a uno.
Fue al fondo del closet, sacó el abrigo largo de lana gris que nadie había tocado desde el invierno pasado, y con unas tijeras pequeñas abrió con cuidado la costura interior del forro a la altura del dobladillo. Dobló los seis bocetos con precisión, los deslizó dentro y volvió a coser la costura con hilo gris, igualando los puntos originales.
Cuando terminó, el abrigo parecía exactamente igual.
Isidora lo colgó de vuelta en el closet y cerró la puerta.
Su celular vibró sobre la cama.
Un mensaje de Charles: "Niña. Los planes cambiaron. El señor Luca adelantó la visita. El coche ya está en la autopista. El señor Matteo viene con él. No llegará como visita."
Isidora miró la pantalla.
No llegará como visita.
Charles nunca usaba esas palabras para nada bueno.
Guardó el celular y miró el closet cerrado. Había escondido los bocetos con la precisión de alguien que tiene tiempo para planear. Pero había algo que no había calculado: que quizás nadie necesitaba encontrar los bocetos para quitárselos. Que quizás eso no era lo primero que vendría a buscar.
POR LORENAMeu pai, com toda sua gentileza, veio até o carro e abriu a porta para mim. Peguei meu buquê de rosas vermelhas, sentindo a textura delicada das flores em minhas mãos, e segui com ele até a entrada.Naquele momento, o mundo ao meu redor parecia desaparecer, e o rosto do meu amado era tudo o que eu conseguia enxergar. Seu sorriso, cálido e encantador, desarmou todas as minhas defesas, fazendo meu coração acelerar.Caminhei lentamente em sua direção, com meu pai ao meu lado, cada passo carregado de emoção e expectativa. Era como se aquele instante fosse apenas nosso, envolto em uma aura de amor e felicidade.Foi um momento mágico do começo ao fim, e, para completar o encanto, Noturno fez uma entrada especial, carregando na boca a almofada com as alianças. Assim como muitos dos presentes, não consegui evitar uma risada.— Que cachorro bonzinho — cochichou um dos convidados.— Esse foi bem adestrado — comentou outro.Mas, não importava o que dissessem, eu sabia a verdade. Senti
POR LORENAEstávamos passando pelo portão de entrada da propriedade, faltando poucos minutos para o horário marcado nos convites. Havia algo que minha sogra mencionou no caminho de ida, com o qual eu concordava. Dava agonia termos que usar o carro em vez dos nossos dons. No momento, ela estava concentrada, olhando a paisagem através da janela. Ela se encantava com tudo e, ao contrário do Zuldrax, nunca reclamou de nada.— Finalmente! — Lizbeth exclamou aliviada, assim que meu pai estacionou próximo à entrada onde ocorrerá a celebração. Perto de onde estávamos, havia uma fileira com pelo menos uma dúzia de carros. — Vou ver a Ellen.Lizbeth não esperou nem o carro desligar completamente antes de sair apressada, e não consegui segurar uma risada. Ela era uma verdadeira avó "babona", completamente apegada à pequena. Ela estava usando um longo vestido vermelho, muito bonito, e seu cabelo estava preso em um coque. A mulher do salão fez um ótimo trabalho com todas nós, inclusive com minha m
POR LINCYAtravessei no céu de Halasin. Não imaginei que voltaria a esse lugar. Bati minhas asas suavemente, sobrevoando o castelo de Alister, descendo de frente para a porta principal.Adentrei apressadamente e levitei no mesmo sentido que outras pessoas passavam. Acabei parando na sala do trono. Ele estava trabalhando, e o espanto foi evidente em seu rosto assim que me viu.— Ei! Levanta daí e vamos! — gritei para ele, furando fila.— Como te atreves a invadir meu local de trabalho e ainda me dar ordens? — Apesar do semblante sério, havia uma ponta de felicidade na voz que ele não conseguiu disfarçar. — A que vieste?— Vim a pedido do Zuldrax. Ele pediu para eu passar aqui e te pegar.— Estou ocupado, mas, se quiser ser atendida, entre na fila.— Tranquilo. Eu aviso para ele que tentei e para a Lenissya que o irmão não quis conhecer a sobrinha. Adeus!— Espere! — pediu, assim que dei as costas. — Minha irmã teve uma menina?— Uma linda princesinha — respondi, abrindo um enorme sorri
POR LINCYSeus dedos deslizavam pela gravata em mais uma tentativa desastrada de ajustar o nó. Mesmo após observar como meu pai fazia, ele não conseguiu imitar. Estávamos de volta à Terra há alguns dias e, agora, nos preparávamos para o casamento da Lorena.— Tudo bem, meu amor, deixe-me ajeitar isso para você — falei a ele. Lunester suspirou profundamente e deixou que eu terminasse o serviço.Observei-o por um momento, impecavelmente vestido de forma elegante e formal para a tão esperada ocasião. Ele parecia um verdadeiro galã de cinema.— Está lindo, querido! — elogiei, esticando-me na ponta dos pés para beijá-lo. Como eu sentia saudades de quando era mais alta...— Não tanto quanto você, meu anjo. — Sua mão deslizou suavemente pelo meu rosto, causando-me arrepios. O toque dele era sempre tão gentil! Se ele soubesse o quanto me fazia feliz...— Lin, mamãe mandou perguntar se já estão prontos.— Estamos sim, Hugo. Já estamos indo! — respondi com um sorriso.Lunester e eu já estávamos
Último capítulo