Eu sempre achei que decisões importantes aconteciam com gritos, lágrimas, anúncios dramáticos.
Mas na manhã seguinte, a minha decisão nasceu no silêncio.
O tipo de silêncio que pesa na boca antes do café, que raspa a garganta antes da primeira palavra do dia.
De um lado, Thomas, esperando às 18h — com uma promessa de verdade e uma ameaça de desmoronamento.
De outro, 17h30, a Galeria Lowland e a mensagem anônima — um convite para ver "o resto".
Eu não era mais a garota que apenas reagia ao desco