A luz atravessava as frestas da janela como dedos curiosos, tocando os corpos entrelaçados na penumbra do quarto. Isadora despertou com o calor do sol e com algo mais — um estremecimento interno, como se uma porta tivesse sido aberta em algum lugar profundo dentro dela. Não havia mais dúvida. O vínculo tinha se completado.
Cael ainda dormia ao seu lado, os traços suaves apesar do peso que carregava. Mas mesmo no descanso, seus dedos estavam entrelaçados aos dela, como se a conexão entre os dois