Mundo ficciónIniciar sesiónJá em casa, Bruna caminhava pela casa, ainda descalça, os pés sentindo a textura fria do chão de cimento queimado, enquanto segurava o celular entre as mãos, o coração acelerado por uma mistura deliciosa de nervosismo e excitação.
Sentou-se na poltrona de algodão cru próxima à varanda, onde a brisa fazia o tecido das cortinas dançar suavemente. Respirou fundo, olhou a tela do celular e, sem pensar demais, digitou:“Oi, Luca… queria te pedir uma coisa meio… diferente. Você






