A manhã avançava preguiçosa, derramando sua luz dourada pelas frestas da cortina branca que se movia lentamente com a brisa do mar. Bruna estava sentada na varanda da palafita, as pernas cruzadas sobre a almofada de algodão cru, o notebook fechado ao lado, repousando como um animal domesticado depois de uma noite intensa. Ela segurava o celular com uma das mãos, traçando círculos distraídos na borda da xícara de café ainda quente com a outra.
O mar, logo ali adiante, murmur