A música da festa, misturada ao crepitar da fogueira, começava a se dissolver na distância quando Jae-Hyun se inclinou suavemente para Bruna. Seus olhos, intensos e quentes como o próprio fogo, buscaram os dela com a segurança de quem, mesmo silencioso, já sabia o que queria.
— Quer caminhar um pouco? — perguntou, a voz grave, rouca, quase um convite sussurrado aos seus instintos mais primitivos.
Bruna hesitou por um segundo, o coração disparado, o corpo ainda aquecido