A brisa úmida da noite deslizou pela pele exposta de Bruna, enquanto ela permanecia sentada na varanda, as pernas dobradas sobre a poltrona de vime, os braços apertando os joelhos como se, assim, pudesse conter o que tumultuava por dentro. O céu, um manto azul-escuro salpicado de estrelas, parecia vasto demais, distante demais, como tudo ultimamente.
Lá dentro, Jae-Hyun se movimentava em silêncio, o som abafado de panelas, o estalo seco do fósforo acendendo o fogão,