O dia começara com a mesma beleza silenciosa de sempre: o céu tingido de rosa pálido, a brisa morna ondulando as folhas das palmeiras, o cheiro de maresia invadindo a vila. Mas, dentro de Bruna, algo se agitava em desalinho, como um tecido fino sendo rasgado por dentro.
Ela acordara sozinha naquela manhã, o espaço ao lado na cama ainda quente, mas vazio. Tocou o lençol amassado com a ponta dos dedos e suspirou, sentindo um nó apertado se formar