O silêncio após o clímax era quase religioso.
Selena respirava com dificuldade, os olhos fixos no teto destruído do santuário.
Os músculos ainda tremiam. O corpo doía em lugares que ela nem sabia que podiam doer.
Mas não era só isso.
Era outra coisa.
Algo queimava sob a pele.
Literalmente.
Ela tentou se mover, mas o calor no ventre a travou.
Olhou para o abdômen. Arfou.
— Rurik… olha.
Ele ergueu a cabeça, suado, ainda em cima dela.
E viu.
No ventre nu de Selena, marcado como a ferro em brasa, s