Rurik estava de joelhos na pedra sagrada da alcateia.
Nu.
Sozinho.
Sangrando.
As garras haviam crescido involuntariamente durante a noite.
A pele entre os ombros ardia como se o lobo dentro dele tentasse rasgar para sair.
Mas não era lua cheia.
Era ela.
Era o Elo.
— Merda… — rosnou, arqueando as costas com a dor.
As marcas no peito brilhavam com um tom rubro, pulsando ao ritmo do coração de Selena.
Ele sentia. Tudo.
A raiva dela.
A vergonha depois do gozo.
A confusão. O medo.
E… porra… o desejo