A manhã nasceu com o cheiro de terra molhada e folhas cortadas. Aurora estava de joelhos diante da entrada da cabana, amarrando as bases de uma nova estrutura de madeira. Kai vinha atrás, carregando pequenas pedras para enfeitar o jardim que estavam criando ao redor. Era o terceiro dia seguido em que ela reconstruía algo ali — não por necessidade, mas por vontade. Por escolha.
— A senhora vai fazer mais um quarto? — perguntou uma das fêmeas mais novas, chamada Luma, se aproximando com uma ces