O céu da manhã seguinte estava encoberto por nuvens escuras. A luz da Lua ainda pairava sobre o horizonte, como se recusasse a partir. Era um presságio. A floresta sabia. O povo também. A ameaça não tinha terminado. Ela apenas esperava o momento certo para voltar, mais letal.
Aurora acordou com o coração apertado. Seu filho dormia profundamente, agarrado à pele de lobo que ela mesma havia costurado para ele. Mesmo dormindo, os olhos dele tremiam sob as pálpebras — sonhava. E Aurora sabia que, c