O silêncio dentro da cabana de Damon era sufocante. Nem o fogo crepitava. Nem os grilos ousavam cantar do lado de fora. Tudo ali parecia ecoar o que estava dentro dele: vazio.
Desde o conselho, ele não havia falado com ninguém. Não respondeu aos anciões. Não discutiu. Não buscou Aurora. Apenas ficou ali, sentado no chão, encarando a madeira crua, como se cada nó no tronco fosse um erro seu.
Ele se lembrava da cerimônia com Aurora. Da lua mudando de cor. Da forma como ela o olhou na noite de