O silêncio pós-batalha era tão ensurdecedor quanto o próprio combate. A clareira, ainda tingida de sangue e fuligem, parecia respirar junto com os lobos que restaram em pé. Aurora observava os corpos sendo recolhidos com um aperto no peito. Cada perda era uma cicatriz nova. Cada ferido, uma dívida com a Lua.
O filho dormia em segurança na cabana dos anciãos, guardado por guerreiros leais e pelos encantamentos do círculo lunar. O pequeno corpo ainda exalava um brilho tênue. A energia da Lua aind