O Sopro da Tempestade
A mansĂŁo parecia diferente naquela manhĂŁ.
Os vitrais refletiam tons dourados e violetas, e a brisa que atravessava os corredores antigos carregava um perfume de terra molhada e flores silvestres. Era como se o prĂłprio bosque tivesse vindo me dar boas-vindas â como se reconhecesse em mim algo novo. Algo desperto.
Eu descia lentamente os degraus que levavam ao grande salão, sentindo o chão sob meus pés como se estivesse pisando em um mundo renascido.
Lunara se mantinha em si