ENTRE O ALFA, O SUPREMO E A MARCA QUE ME RECLAMA
A mansĂŁo parecia respirar. NĂŁo como uma construção antiga cercada por paredes silenciosas, mas como um organismo vivo, pulsante, alimentado pelas emoçÔes que fervilhavam entre nĂłs trĂȘs. O corredor estava mergulhado em sombras profundas, tocado apenas pela luz azulada da lua que se infiltrava pelas janelas altas, lançando reflexos prateados sobre as paredes de madeira escura.
Eu ainda sentia o calor das mĂŁos de Rafael nos meus braços â firme, prot