Sangue Antigo, Sangue Novo
A noite caiu com um silĂȘncio carregado, como se o prĂłprio mundo prendesse a respiração. EstĂĄvamos todos reunidos no salĂŁo principal â eu, Marco, Rafael, LĂșcia, Kaled, e alguns dos guerreiros mais antigos da alcatĂ©ia. Os vitrais deixavam passar apenas a luz pĂĄlida da lua cheia, que escorria pelas paredes como um pressĂĄgio.
No centro da mesa longa de madeira, mapas antigos e manuscritos estavam espalhados. Alguns eram tĂŁo velhos que suas bordas se desfaziam ao toque. Um